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Advogado Hipnotiza Cliente Para Ter Atos Sexuais Enquanto a Mantém em Transe

O advogado americano Michael Fine de 57 anos de idade é acusado de dizer à mulher “Você está fazendo amor para ser a maior amante do mundo.”

A polícia de Ohio passou a investigar Michael Fine sobre as alegações de que ele obrigava as suas clientes a realizarem atos sexuais enquanto elas estavam sob seu controle.

Pelo menos mais uma mulher também foi para a polícia relatar que ele havia tentado hipnotizá-la enquanto discutiam o seu processo de divórcio.

De acordo com esta mulher, ela só descobriu que havia tido relações sexuais com o advogado pois levou um gravador para gravar o que acontecia enquanto se reunia com ele, e depois escutou tudo o que havia acontecido.

No entanto, após ter relações com a sua cliente e terminado a conversa, ele dizia que ela iria “parecer normal e só iria se lembrar de suas discussões sobre questões jurídicas.”

Fine, que nunca havia sido acusado por nenhum delito, agora foi acusado de ser “uma ameaça substancial de prejuízo grave para o público”, após policiais flagrarem uma de suas sessões escabrosas com uma de suas vítima no início deste mês.

Aquela mulher, identificada apenas como “Jane Doe”, entrou em contato com a polícia após inúmeras reuniões com o advogado que as deixou com “estranhas lembranças e sentimentos.”

“Ela era incapaz de se lembrar de grande parte das reuniões, mas depois percebia que suas roupas e sutiã estavam fora do lugar, amassadas, ou coisas assim”, disse o promotor Richard Thomas. Ele também afirmou que a mulher estava ciente de que havia estado envolvida em uma atividade sexual.

Após conversar com os investigadores, eles a aconselharam a não voltar mais ao escritório de Michael Fine, porém mais tarde ela voltou e levou um gravador.

De acordo com os documentos judiciais, eles conversaram ao telefone no dia 10 de outubro de 2014, e inicialmente discutiram o caso da mulher, antes do advogado perceber que ela estava sozinha.

Neste momento, ele deixa a mulher em estado de “transe”.

De acordo com o depoimento: “A partir daí, a conversa é de natureza sexual explícita, em que ele induz a sua cliente a ter orgasmos múltiplos. Fine refere a si mesmo como seu ‘professor’ e que eles têm uma conexão especial.”

O advogado garante que ela irá se sentir normal, e só se lembrará das discussões a respeito das questões jurídicas. Duas semanas depois, ela gravou uma segunda chamada. “Mais uma vez, Fine a coloca em estado hipnótico e começa uma longa conversa sexualmente explícita”, acrescentou os papéis.

“Ele confirma que quer que essa experiência continue se repetindo futuramente, será secreta e ela não conseguirá se lembrar.”

A polícia, então obteve uma autorização para gravar a reunião de Jane Doe com o advogado em seu escritório no dia 7 de novembro. Enquanto a polícia assistia à reunião, o advogado hipnotizava a sua suposta vítima, antes de levá-la até o sofá.

Uma câmera de vigilância à paisana capturou o “diálogo sexual” de Fine enquanto massageava as mãos e ombros de sua cliente. “Neste momento, eu e os outros policiais entramos na sala”, acrescentou o promotor Thomas.

A segunda mulher que fez acusações semelhantes contra o advogado disse que conseguia se lembrar dele tocando gentilmente seus dedos, antebraço e a testa ao dirigir seus pensamentos para uma “onda de relaxamento.”

A mulher disse que nunca conseguia se lembrar de quanto tempo passava com o advogado, mas acrescentou que ele perguntava a respeito de sua vida sexual com o marido, e se eles tinham “sexo violento.”

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2 comentários

  1. Essa história está algo mal contada. A hipnose não faz isso, é mito puro e duro. Fica-se num estado alterado de consciência, mas não a esse ponto. Só faltou dizer que as obrigava a imitar galinhas

  2. Advogado…advogado…advogado! É estuprador, estuprador, estuprador… Isso, sim!

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